5 coisas que você pode fazer para a sua empresa ser amada pelos funcionários

Saiba quais medidas devem ser tomadas para aumentar o comprometimento e fazer com que os seus colaboradores tenham orgulho em pertencer à sua companhia.

Qual é a relação que os seus funcionários têm com a empresa em que trabalham? Embora saibamos que muitos trabalhadores estão lá apenas por necessidade, existem coisas que você pode fazer para que a empresa seja amada pelos funcionários. E muitas vezes elas são mais simples do que possamos imaginar.

Bons exemplos não faltam. As principais empresas de tecnologia do mundo, como a Google ou o Facebook, são amplamente reconhecidas por conseguirem criar ambientes mais lúdicos para os seus funcionários. A pressão no dia a dia de trabalho continua sendo enorme, mas isso não significa que o comprometimento dos colaboradores seja apenas de fachada: muitos, de fato, amam fazer o que fazem e, principalmente, trabalhar onde trabalham.

Felizmente, essa característica não é uma exclusividade das grandes companhias. Por menor que a sua empresa seja, é possível despertar nos colaboradores o sentimento de amor pela companhia. Aqui vão algumas dicas de como fazer para despertar esse espírito nos seus colegas de trabalho.

1. A cultura empresarial deve ir além do papel

Missão e valores são dois itens que toda empresa bem estruturada tem. No entanto, nem sempre esses sentimentos saem da folha de papel. Há empresas que pregam uma coisa e praticam outra, assim como há executivos que defendem ideias que nem eles mesmo colocam em prática. Portanto, o primeiro aspecto a observar é o seguinte: o meu discurso existe na prática?

Se os valores forem contraditórios os seus colaboradores certamente vão perceber isso. E entre optar por seguir uma ou outra ideia eles vão acabar por seguir uma terceira via, uma mistura das duas coisas. É por essa razão que é tão importante se certificar que os valores promovidos são, de fato, empregados no dia a dia. Os líderes devem guiar os liderados pelo exemplo e não ter um comportamento distinto daquilo que cobram dos seus subordinados.

2. Equilíbrio: qualidade de vida e ambiente saudável

É natural que todo gestor queira extrair o máximo de produtividade de sua equipe. Porém, isso deve se refletir em uma palavra: equilíbrio. Aquelas empresas que fazem vistas grossas aos empregados que trabalham por 10 ou 12 horas por dia estão minando a qualidade de vida deles. Trabalhadores mais cansados precisam de mais horas para fazer o mesmo serviço e, portanto, rendem menos.

Quando falamos em equilíbrio, falamos também de todo um contexto, um ecossistema que deve ser criado em torno da companhia. Acesso a planos de saúde e odontológicos, incentivo à prática esportiva, valorização da boa alimentação e condições adequadas de transporte de casa para o trabalho. Você pode buscar boa parte dessas respostas por meio de parcerias.

3. Reconhecimento: regras claras e valorização profissional

Existe um plano de carreira bem definido na sua empresa? Se a resposta for “não”, saiba que esse é um dos primeiros pontos a serem corrigido. Ninguém, naturalmente, vai trabalhar a mais se não há necessidade ou motivação para isso. A motivação pode vir não apenas em forma de uma bonificação financeira, mas com um banco de horas flexível e, principalmente, com possibilidades de crescimento.

É melhor você ter uma empresa com 5 funcionários nota 10 do que uma companhia com 2 funcionários nota 10 e 3 nota 8. Em muitos lugares, defende-se a ideia de que só se pode ter um craque, e isso pode criar uma competitividade pouco saudável. Quando você dá a oportunidade para que todos cresçam de forma igual, a tendência é que as equipes tendam a se ajudar mais. O sucesso de um não deve depender da derrota do outro.

4. Contrate pessoas que tenham um perfil desejado

Como você escolhe as pessoas que farão parte da sua equipe? Um processo seletivo descompromissado pode ser a raiz de diversos males para o futuro. A sua empresa não precisa, necessariamente, do profissional mais competente, mas sim daquele que tenha maior probabilidade de se adaptar melhor às suas necessidades.

Nesse ínterim, diversos aspectos devem ser analisados, e não apenas a competência técnica. O ideal é que as avaliações sejam feitas por equipes multidisciplinares, o que inclui técnicos da área na qual o novo colaborador vai trabalhar e profissionais de RH.

5. Tenha confiança nos seus profissionais

Há muitos líderes que contratam profissionais, mas não deixam que eles façam o seu trabalho da maneira que sabem. É preciso ter em mente que os empregados existem para trazer resultados para a sua empresa, e não para “apenas” trabalharem do jeito que você espera. O “como fazer” é menos importante do que o resultado em si.

Por isso, tenha confiança nos seus colaboradores. Dê a eles as ferramentas de que precisam para que façam um bom trabalho e estabeleça metas realistas e plausíveis de serem alcançadas. Coloque-se no lugar deles: se fosse você, seria possível realizar essa tarefa com as condições apresentadas? Se a resposta for “não” é sinal que alguma coisa vai mal.

Lembre-se: para que todos “vistam a camisa”, é preciso primeiro dar a eles o uniforme. Faça a sua parte e você verá que a maioria certamente retribuirá.

LEIA MAIS:

banner-sage-business

Comentários
Compartilhe: