Internet das Coisas: os novos riscos de segurança

Com dispositivos cada vez mais conectados entre si e ligados à nuvem, as empresas precisam incluir o critério segurança na hora de investirem nessa tecnologia.

Muito se fala a respeito dos benefícios que a Internet das Coisas será capaz de trazer aos novos negócios. No entanto, ela exige a adoção de uma série de medidas para garantir a segurança das informações. A lógica é simples: quanto mais dispositivos conectados entre si, maiores as possibilidades de gerar interesse em pessoas não autorizadas a acompanhar esses dados.

Segundo o The CommLaw Group, entre junho e novembro de 2016, mais de 100 milhões de dispositivos relacionados à Internet das Coisas foram afetados por malwares em todo o mundo. Não se trata apenas de perder dados ou de tê-los comprometidos, mas de que essas pessoas acessem áreas fundamentais para a companhia, afetando serviços como até mesmo a energia elétrica. Os ataques de hackers têm um custo alto para boa parte das empresas: estima-se algo em torno de US$ 280 bilhões ao ano.

Por esse motivo, as empresas precisam se esforçar para manter o nível de segurança de dados. É importante educar e ensinar os colaboradores a seguirem os protocolos e processos para garantir a confiabilidade dos dados. Os sistemas de gestão, como o Sage Business Cloud Enterprise Management, devem ter um protocolo de segurança que permita à empresa criar e personalizar regras de acesso às informações cruciais.

O que fazer?

  • É fato: em um processo de estruturação empresarial para a instalação de dispositivos visando a Internet das Coisas, é preciso considerar a segurança e todo o suporte necessário para tal. Ou seja, na hora de escolher os equipamentos e softwares, as possibilidades de proteção precisam ser incluídas entre os critérios de seleção. Esse conselho também vale para o momento de escolher um serviço na nuvem.
  • Algumas dicas parecem irrelevantes, mas os equipamentos saem de fábrica com logins e senhas padrões. É preciso que elas sejam modificadas para que os dispositivos não sejam acessados por pessoas não autorizadas.
  • Não se esqueça de atualizar os sistemas usados. A cada mudança nesses softwares, os protocolos de segurança também são modificados, acompanhando as novas tentativas feitas por criminosos.
  • Garanta a segurança da sua rede: como as empresas usam cada vez mais a nuvem, se as redes não forem protegidas, é possível que sejam instalados softwares capazes de interceptar essa comunicação. Por esse motivo, apostar em dados criptografados pode ser uma solução.
  • É possível instalar a chamada “autenticação de dois fatores” para que gestores ou pessoas-chave acessem os dados. Além das senhas, o usuário pode receber um SMS, usar um token ou outra medida para garantir essas duas camadas de autenticação.

 

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